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Chega De Estresse!

Chega de estresse!

É fácil de dizer quando algo traumático gera estresse em nós. Um acidente de carro, a perda de alguém importante, etc. Mas, não é tão fácil localizar a fonte de estresse quando falamos do cotidiano. Podemos achar que são os prazos curtos no trabalho que estão gerando estresse em nós, mas, na realidade, é a nossa procrastinação que cria essa sensação de que nada anda, de que não há tempo suficiente e… Estresse!

Alguns comportamentos comuns a pessoas com estresse crônico são justificativas como “atualmente, a vida está corrida demais”, mas, confesse: você não lembra quando foi a última vez que a vida não estava “corrida demais”. Outra justificativa é já aceitar o estresse como parte de sua vida ou de você, “ser mãe é estar sempre correndo”, “eu sou assim mesmo”, etc.

A chave para destruir o estresse, que pode estar destruindo você, é retomar o controle sobre sua própria vida.

Algumas válvulas de escape comuns a pessoas estressadas: fumar, beber em excesso, alimentação ruim, perder horas na frente do computador sem fazer nada, se afastar de amigos e familiares, tomar pílulas para relaxar, dormir demais, procrastinar, preencher cada segundo do seu dia para não ter que pensar a respeito do quanto você precisava aprender a relaxar!

Se seus métodos para gerenciar o estresse não estão funcionando, ou se você sequer está tentando, damos uma ajuda aqui no www.doloresbordignon.com.br trazendo 8 dicas da Dra. Lissa Rankin, fundadora do Whole Health Medicine Institute e autora do best-seller Mind Over Medicine: Scientific Proof You Can Heal Yourself. A médica direcionou sua carreira a lutar para que a medicina tradicional ocidental reforce o poder de autocura do corpo humano, para que os médicos aprendam a empoderar seus pacientes.

Dra. Rankin explica que o poder de autorregeneração do corpo humano, ou autocura, se desliga quando nos encontramos sob a influência do estresse. Nossa capacidade de prevenir infecções, de proteger as artérias e de retardar o envelhecimento, por exemplo, cessa quando o sistema nervoso é alertado de que há um perigo ao redor. Segundo Rankin, a responsável por isso é a amígdala, no nosso sistema límbico, conjunto de estruturas do cérebro que são responsáveis primordialmente por controlar as emoções e que também participa das funções de aprendizado e memória e do sistema endócrino.

Rankin explica que a amígdala não evoluiu suficientemente para lidar com a vida moderna, ela não consegue distinguir entre perigos reais e perigos inventados por nós, nossas preocupações mentais, nossas crenças, medos de fracasso etc. O resultado desta explicação científica nós sabemos muito bem. Estresse e saúde comprometida.

A doutora aponta 8 coisas que devemos evitar para reduzir a chance de sofrermos de estresse crônico e, assim, aumentarmos a chance do nosso corpo se autocurar. Nossa sabedoria sobre a vida é a sabedoria do corpo sobre ele mesmo. Confira abaixo e escolha ao menos um dos passos para começar a caminhar rumo a uma vida mais saudável e feliz!

1 – Sentimento de solidão

Como espécie, somos tribais. De uma perspectiva evolutiva, estar sozinho demais é arriscado e, portanto, a amígdala ativa os mecanismos de estresse. Se dependemos da tribo para sobreviver, o sentimento de solidão alerta o cérebro de perigo, faz sentido, não? Há evidências científicas de que pessoas que fazem parte de comunidades (seja sua academia, sua igreja ou sua aula de tricô) têm 50% de chance a menos de desenvolver problemas cardíacos. Busque uma comunidade para você!

2 – Fome

Fica trabalhando e esquece de comer? Faz dietas radicais e passa horas sem nada no estômago? Repense, porque sentir fome ativa a amígdala e o resultado é sim emagrecer, mas ao custo de toda sua saúde. Não vale a pena. Coma de forma saudável e se mantenha alimentado para evitar o estresse!

3 – Vender sua alma por um bom salário

Trabalhar sempre nos cansa, mas há uma diferença entre cansaço e estresse. Até o trabalho mais feliz pode nos estressar, mas a chance de você ativar o mecanismo de perigo o cérebro é muito maior quando você desenvolve uma atividade da qual não gosta ou que coloca em xeque seus valores pessoais. Repense sua carreira ou seu trabalho!

4 – Visão pessimista sobre a vida

Se você é daquelas que enxerga metade do copo vazio, saiba que você está constantemente mandando mensagens assustadoras para seu cérebro: “não vou conseguir”, “não vai haver dinheiro suficiente”, “nada nunca dá certo”, etc. Este tipo de pensamento é o melhor aliado do estresse. Para termos uma ideia, pessoas otimistas têm 77% de chance a menos de desenvolver problemas cardíacos.

5 – Preocupações em excesso

Mesma coisa que o pessimismo. Estar preocupada com filhos, com trabalho, com a casa o tempo inteiro é a pior coisa que você pode fazer pelo seu cérebro e pelo seu corpo.

6 – Traumas de infância

Difíceis de localizar, as questões gravadas em nosso cérebro desse a infância fazem com que subconsciente ative os mecanismos de estresse sem que nós saibamos. Locais, aromas, músicas ou situações podem disparar este sentimento de perigo. Teve uma infância difícil? Busque um profissional e converse a respeito. Estar bem com seu passado pode reduzir a carga emocional e ajudar sua saúde integralmente.

7 – Amargura, raiva e rancor

Sentimentos ruins sobre um ex, sobre sua mãe, seu chefe, quem for são combustíveis para a amígdala. Até mesmo braveza por coisas pequenas, como derramar café no chão, podem ativar os mecanismos que bloqueiam a saúde do seu corpo. Pensamentos amargos e rancorosos são interpretados pelo cérebro como falta de comida e perigos ao redor.

8 – Sem luz no fim do túnel

Este é um grande inimigo. Sentir que não há o que fazer para resolver uma situação é o oposto de saúde, porque a amígdala gosta de estar no controle das coisas – claro, a função dela é nos proteger do perigo!

Se você leu a lista toda e entrou em pânico porque se encaixou em cada item, não se desespere. Provavelmente muitos passarão pelo mesmo. Em vez de ficar triste, reaja.

Percepção é a chave

Uma vez que você começa a se escutar, a cultivar a percepção sobre si mesma, você verá como seu corpo responde imediatamente. Ouvindo o corpo, você começa a direcionar sua vida, se afastando daquilo que gera perigo e se aproximando daquilo que traz acolhimento e felicidade. O perigo geralmente vem com taquicardia e respiração acelerada – é como se tivéssemos tomado um susto! Quando notar isso, pare e reflita. Avise você mesma de que está tudo bem. Se afaste do “local do crime” que gerou esta sensação e retorne quando estiver bem.

Converse com seu corpo como se estivesse conversando com uma amiga que passa por problemas.
Afinal, seu corpo é seu melhor amigo. Planos de saúde em São Paulo e região.