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Trabalhar Fora Pode Estar Construindo Um Futuro Mais Igualitário Para Seus Filhos

Trabalhar fora pode estar construindo um futuro mais igualitário para seus filhos Amplo estudo de Harvard demonstra que filhos de mães que trabalham têm melhores salários e mais sentido de responsabilidade

“A sociedade diz constantemente às mães trabalhadoras para se sentirem mal por passarem menos tempo com os filhos para trazer um salário adicional”. Parece uma afirmação do século passado, mas um estudo sobre o julgamento da sociedade, realizado em 2007, mostrou que 41% das pessoas acreditavam que o trabalho das mães estava prejudicando as crianças (apenas 22% viam o trabalho como exemplo positivo). Porém, uma nova pesquisa realizada pela Harvard Business School alivia a consciência de muitas mulheres com evidências mais concretas.

Afinal, o estudo, conduzido ao longo de 10 anos, com 50 mil mulheres de 24 países, concluiu que o trabalho das mães tem sim muitos efeitos positivos nos filhos. Segundo as conclusões da pesquisa, as filhas de mães trabalhadoras estudam por mais tempo, têm maiores probabilidades de ter emprego, de ocupar cargos de supervisão e de ter um salário mais alto (de 5% até 30%, variando conforme os países).

Ainda, foi concluído que tanto meninos quanto meninas de mães que trabalham fora desenvolvem uma atitude mais liberal com relação a mulheres no ambiente de trabalho e, também, que os filhos homens de mães com trabalho fora de casa são mais propensos a tomar conta de familiares e a tratar das tarefas domésticas, desenvolvendo um sentido maior de responsabilidade, já que a mãe não está presente o tempo todo para fazer por ele.

Esperamos que este amplo estudo ajude a promover o respeito às escolhas que homens e mulheres tomam sobre suas vidas pessoais e profissionais”, disse Kathleen McGinn, professora na Harvard Business School e coordenadora da pesquisa. “Independentemente das mães ou dos pais trabalharem fora ou cuidarem da casa, seja em tempo integral ou meio turno, o que importa é oferecer uma diversidade de modelos fortes, que promovam a possibilidade de vidas ricas e recompensadoras para os filhos”, explicou a professora.

Organizações pelos direitos femininos se posicionaram sobre o resultado, enfatizando como conclusões assim exigem ainda mais cuidado sobre políticas que contribuam com o trabalho das mães, como creches e escolas acessíveis e de boa qualidade, ambientes profissionais amigáveis à família, empregos de meio turno e com estruturas flexíveis.

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