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VÍDEO | Suicídio na adolescência: o papel dos pais neste momento de crise Adolescência não é um momento de incomodação, é um momento de diversas e profundas transformações. Os pais precisam aprender a acolher seus filhos neste que é um dos momentos mais difíceis de nossas vidas.

Meu filho não é um aborrescente. Repita isso 10 vezes, porque é hora dos pais aprenderem a acolher o ser humano que trouxeram ao mundo, guiando-o através de uma das principais crises que podemos passar durante nossa vida: a adolescência.

Como acompanhar nossos filhos ao longo destes anos? Como se aproximar de um adolescente neste período tão conturbado? Que atitudes devo ter, como pai ou mãe, para trazer um filho de volta à companhia da família – de volta à segurança emocional que eu, como responsável, devo assegurar?

Nesta segunda conversa da série Suicídio na Adolescência, a psicopedagoga Dolores Bordignon nos convida a refletir sobre atitudes-chave para evitar uma das mais tristes questões contemporâneas: o crescente número de suicídios entre os jovens.

O Brasil é o país mais depressivo da América Latina, e por isso a sociedade deve ter maior atenção à questão do suicídio na adolescência e do suicídio na infância. Para saber se a criança ou adolescente está com problemas é fundamental que os pais se interessem por sua rotina, entendam o que fazem, conheçam os amigos e participem de suas vidas, compartilhando músicas, jogos e até mesmo conflitos internos e histórias.

Filhos devem se sentir acolhidos no âmbito familiar, por isso, é necessário que os pais compreendam e pratiquem o conceito de “acompanhamento”. Não falamos de empurrar ou de puxar o filho em direção ao que acreditamos ser bom para ele, mas sim de descobrir seus talentos, desejos e medos e orientá-los para que desenvolvam seus desafios e evitem riscos reais à sua saúde. Falamos de andar ao lado dos filhos.

É preciso que o adolescente se sinta à vontade para falar de suas frustrações e se sinta apoiado. Se ele tiver um espaço para dividir suas angústias e for escutado, tem um fator de proteção. O adolescente com autoestima baixa, excessivamente julgado, sem vínculo familiar fortalecido, é mais vulnerável. O adolescente que tem diálogo em casa, que não é criticado o tempo todo, tem autoestima melhor, tem risco menor.

Acesse nosso site e leia todas as matérias da série Suicídio na Adolescência. Informe-se, compartilhe, transforme.

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Dolores Bordignon tem mais de duas décadas de experiência clínica, somando centenas de casos individuais, de famílias e casais que desejam construir novos paradigmas. Suas palestras e workshops trazem à luz a importância da inteligência emocional para as relações pessoais, profissionais e familiares. Conheça o trabalho da psicopedagoga em nosso site. Entre em contato com Dolores Bordignon para promover um evento em sua instituição.

Séries temáticas Suicídio da Adolescência

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