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Sua Vida é Uma Correria Para Apagar Chamas E Resolver Problemas?

Sua vida é uma correria para apagar chamas e resolver problemas?

Um barulho estranho no carro nos perturba e nos faz ir ao mecânico, não é mesmo? Nosso corpo funciona da mesma forma: muitas vezes, nosso organismo grita através de cansaço, insônia, compulsão, tristeza, dores musculares,
dores de cabeça e outros sintomas psicossomáticos, e não procuramos ajuda.

Você consegue prestar atenção a si mesmo e às pessoas que ama ou precisa que grandes crises estourem para sair correndo resolver problemas? Já sentiu que sua vida parece a de um bombeiro, sempre correndo para apagar as chamas?

Mas, você tem prestado atenção aos sinais de que os incêndios estão chegando? Grande parte dos problemas são “tragédias anunciadas”: é preciso estar com a mente tranquila e prestar atenção em si mesmo para enxergá-los e resolvê-los antes que se tornem imensos.

A verdade é que quase nunca realmente prestamos atenção ao que somos e fazemos. Muito cedo na vida desenvolvemos uma noção – muitas vezes vaga ou errônea – do que somos. E a partir daí vamos tocando o barco, sem jamais verificar se isso é verdade.

Esse desconhecimento de si mesmo é, sem dúvida, um dos nossos grandes inimigos. Como alguém vai alcançar todo seu potencial se nem ao menos sabe o que é, ou se vê de forma totalmente errada?

O autoconhecimento tem sido a base do sucesso de todos as grandes mentes. Só quem sabe o que é pode saber onde pode chegar.

O autoconhecimento, ou conhecimento de si, é chamado por Daniel Goleman de “pedra fundamental” da inteligência emocional. É a habilidade de reconhecer as emoções e conhecer as forças e os limites.

Claro, o autoconhecimento não “cai do céu”. Pessoas emocionalmente inteligentes dedicam tempo à construção do autoconhecimento. Seja por meio da meditação ou da reflexão diária, o que importa é ter um espaço para a contemplação do eu, da compreensão dos processos pelos quais passamos ao longo do dia.

Há três maneiras muito simples de começar esta prática.

  • Mantenha um diário dos sentimentos: escreva o que está acontecendo, como está se sentindo e como reagiu. Houve alguma reação física, como aceleração cardíaca, dor no pescoço ou nos ombros?
  • Faça uma lista dos seus papeis cotidianos e escreva como se sente com relação a eles: você pode ser uma irmã, mãe, funcionária, esposa, marido, atleta ou estudante – pense no máximo de papeis que puder. Seus sentimentos sobre cada um deles indicarão as áreas a serem trabalhadas ou simplesmente conhecidas.
  • Preveja como você se sentirá: pense em uma situação possível de acontecer e preveja como se sentirá. Dê nomes aos bois, ou melhor, aos sentimentos: se você chegou a sentimentos ruins, como raiva, frustração etc, trabalhe estas reações com antecedência, refletindo sobre elas com distância, já que a situação não aconteceu de fato. Este exercício oferece um bom espaço entre eventos e reações, eliminando o automatismo das respostas, oferecendo mais autocontrole e autopercepção.

Conhecer a si mesmo significa, antes que tudo, saber quais são os nossos pontos fortes e fracos. Conhecê-los não representa aceitar os defeitos ou acomodar-se nas qualidades. É mais do que isso, é estabelecer uma base sólida de crescimento profissional e pessoal.

Como podemos chegar a nos conhecer? Aqui, um outro ditado vêm em nosso auxílio: “Você é aquilo que mais pratica”, diz a sabedoria oriental. E então… Vamos começar a praticar autoconhecimento?

Entre em contato com a psicopedagoga Dolores Bordignon para palestras e workshops sobre autoconhecimento e inteligência emocional. Invista na capacitação integral de suas equipes, turmas, famílias. Venha conosco nesta jornada rumo ao sucesso individual e coletivo. 

 

 

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