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A Principal Capacidade Do Grande Líder

A principal capacidade do grande líder Esqueça as listas de competências que regem as empresas. Há algo acima de todas as capacidades que deve ser levado em conta para atingir o sucesso.

Uma das principais empresas de consultoria do mundo entrevistou 100 líderes de grandes corporações para investigar, de forma científica, quais são as capacidades que fazem de um chefe um líder bem-sucedido. 14 habilidades surgiram, sendo que nenhum dos entrevistados era bom em todas. Porém, havia uma metacapacidade comum a eles: a autoconsciência.

A pergunta que se formou a seguir era óbvia: como algo tão crucial ao líder não aparece nas listas de competências que as organizações utilizam para analisar os pontos fortes de seus melhores profissionais? Neste post da série Daniel Goleman, o autor do best-seller Inteligência Emocional, reflete sobre a importância da autoconsciência para atingir objetivos e como esta metacapacidade é geradora de outras qualidades vitais. Confira abaixo:

Quando a Accenture entrevistou 100 CEOs sobre as habilidades necessárias para comandar uma empresa de maneira bem-sucedida, surgiu um conjunto de 14 habilidades, de pensar globalmente e criar uma visão compartilhada inspiradora a abraçar mudanças e ter conhecimento técnico. Nenhuma pessoa poderia ter todas elas.

Mas, emergiu uma metacapacidade: a autoconsciência. Presidentes de empresas precisam desta capacidade para avaliar seus próprios pontos fortes e fracos e, desse modo, se cercarem de uma equipe de pessoas cujos pontos fortes complementem os seus.

No entanto, a autoconsciência raramente aparece naquelas listas de competências que as organizações utilizam para analisar os pontos fortes de seus melhores profissionais.

Esse tipo sutil de foco pode ser subjetivo demais, embora as habilidades que refletem um alto controle cognitivo, que são construídas sobre essa base de autoconsciência, sejam tão frequentes, e incluem persistência, resiliência e o impulso de atingir metas.

Em suas muitas formas, de simplesmente ouvir a ler os caminhos de influência de uma organização, a empatia aparece com mais frequência nos estudos de competências de liderança.

A maior parte das competências para líderes de alto desempenho se concentra na categoria mais visível que é construída com base na empatia: forças de relacionamento, como influência e persuasão, trabalho em equipe, cooperação e coisas do gênero. Porém, essas habilidades de liderança mais visíveis não se baseiam apenas na empatia, mas também na capacidade de gerenciar a nós mesmos e perceber como o que fazemos impacta os outros.

 

A autoconsciência, por exemplo, promove a autogestão. A empatia, por sua vez, é a base da habilidade de se relacionar. São pontos fundamentais da inteligência emocional. Como veremos, a fraqueza desses pontos pode sabotar uma vida ou uma carreira, enquanto a força aumenta a realização e o sucesso.

A autoconsciência, então, representa um foco essencial, que nos sintoniza aos sutis murmúrios internos que podem nos ajudar a guiar nosso caminho pela vida. Este radar interno é a chave para administrarmos o que fazemos — e, igualmente importante, o que não fazemos. Este íntimo mecanismo de controle faz toda a diferença entre uma vida bem vivida e outra hesitante.

Séries temáticas Daniel Goleman

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