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Por Que Somos Felizes?

Por que somos felizes? Psicólogo de Harvard explica que desvalorizamos nossa resiliência e ignoramos nossa capacidade de sermos felizes.

Autor do best-seller O que nos faz felizes, o psicólogo social, Dan Gilbert já fez diversos testes e pesquisas sobre a natureza da felicidade no seu laboratório em Harvard. Um dos seus objetivos é tentar desmistificar ideias pré-concebidas sobre a questão, mostrando que, ao contrário do que se pensa, não é vencer na loteria que nos trará mais felicidade.

“O nosso cérebro nos dá informações erradas sobre o quão felizes ou infelizes seremos caso algo bom ou ruim aconteça”, afirma o psicólogo. “Se questionarmos o quão felizes seríamos caso ficássemos cegos, a maior parte das pessoas responderia que seria infeliz por muito tempo ou durante o resto da vida. Mas, se medirmos o nível de felicidade de pessoas com deficiência visual, verificamos que elas são perfeitamente felizes.”

O especialista também comenta que o fato de nos casarmos, termos filhos, um bom emprego e uma conta recheada nem sempre se traduz em mais felicidade. Segundo suas pesquisas, as pessoas casadas são mais felizes do que as solteiras, mas existe uma contrapartida. O divórcio – que é encarado por muitas pessoas como algo negativo e que traz infelicidade – também é capaz de proporcionar momentos de alegria e uma vida mais feliz.

“Os seres humanos desvalorizam a sua própria resiliência e têm sempre tendência de exagerar sobre como serão infelizes perante as adversidades da vida”, argumenta.

Ok, somos mais capazes de ser felizes do que pensamos. Mas, de onde essa felicidade vem e como alcançá-la? Gilbert diz que “Tentar ser mais feliz é como perder peso. Não há nenhum segredo para emagrecermos: basta comer menos e fazer exercício. Com a felicidade é o mesmo. Se, todos os dias, fizermos determinadas coisas de forma ritualística, nosso nível de felicidade vai aumentar.”

Praticar sexo, fazer exercício físico, ouvir música e passar mais tempo com os amigos e familiares são algumas das atividades diárias que contribuem para que o sorriso permaneça nos lábios.

“Somos o animal mais social do planeta, por isso, não deve ser surpreendente que a maior parte da nossa felicidade venha das relações sociais”, conclui.

Gostou das ideias de do psicólogo de Harvard? Assista abaixo à palestra dele ao projeto TED:

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