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Parceiro Ou Rival? As Relações Mais Próximas Podem Ser As Mais Difíceis

Parceiro ou rival? As relações mais próximas podem ser as mais difíceis Todas as relações são, ao mesmo tempo, cooperativas e competitivas. Saiba como fortalecer a parceria e reduzir a rivalidade.

As relações mais próximas podem ser as mais difíceis. Por quê? Dois professores da Universidade de Columbia têm uma teoria: todas as relações são, ao mesmo tempo, cooperativas e competitivas.

Trabalhamos juntos com aqueles que amamos, mas também sentimos um pouco de competição. Esta competição é boa também, pois nos estimula – é o porquê de nossos amigos terem uma influência tão grande em nossa motivação e transformação. A parte ruim é que a competição também gera inveja ou aquela sensação de prazer com o infortúnio do outro. E isso enfraquece nossos laços. Nossa inteligência emocional sabe que o outro não está completamente feliz por nossas conquistas ou que não compartilha de nossa tristeza com nossas derrotas. Experiência após experiência, nossas relações vão perdendo a parceria e a confiança.

Se tal competição é natural, o que fazer para que nossos parceiros sintam que somos efetivamente parceiros e não competidores?

– Não seja perfeito

As pessoas raramente mostram suas falhas no Facebook, mas certamente postam muitas fotos de sucesso e felicidade. Parecer ser sempre feliz é bom para sua imagem, mas também gera ressentimento. O que gera confiança entre duas ou mais pessoas não é a imagem de sucesso, mas sim o esforço, a competência e o calor humano.

Um estudo clássico comprova: pesquisadores deram um exame a três candidatos. O primeiro teve resultados terríveis, o segundo acertou praticamente todas e o terceiro também, quase gabaritou a prova, MAS derramou café em si mesmo durante o exame.

Perguntados sobre com quais dos candidatos mais gostariam de trabalhar, a resposta já sabemos: o candidato com café na roupa, “porque ele parecia mais aberto para aproximação”. O porquê disso também sabemos: “ele não era tão perfeitinho”.

Por isso tantas empresas atuais investem em exercícios similares à tradicional prática japonesa do karaokê entre colegas de trabalho. Não ser bom em tudo, saber que nossos parceiros são tão ruins quanto nós em algumas coisas, admitamos, abre um espaço de respiro para que nos aproximemos. Remove o medo de aproximação e a inveja daquela imagem de sucesso que dificilmente existe.

– Mostre que você se importa

Uma pesquisadora de Harvard pediu que um assistente entrasse no metrô, em um dia de chuva, e pedisse às pessoas o celular emprestado. “Você pode me emprestar seu telefone rapidinho?”. Apenas 9% das pessoas emprestaram o aparelho. PORÉM, quando o mesmo assistente no mesmo dia de chuva disse “Lamento pela chuva, você pode me emprestar seu telefone rapidinho?”, 47% das pessoas emprestaram o aparelho. É um aumento impressionante nos níveis de empatia, gerado por… Mais empatia! Ao lamentar pela chuva, mesmo sendo algo completamente fora de controle do assistente, ele demonstrou empatia pela situação da pessoa no metrô. Ele mostrou que se importa e recebeu isso de volta, recebendo o celular.

Mostre preocupação com as pessoas. Algo tão simples que frequentemente esquecemos de fazer: É uma boa hora para falarmos? Posso te ajudar com alguma coisa? Pequenas gentilezas que geram pequenas gentilezas e reduzem a sensação de competição, fortalecendo os laços de parceria, confiança e de sucesso – não meu, mas NOSSO!

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