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Fazer amor é uma experiência divina, fazer sexo é o nosso instinto ainda não evoluído. Fazer amor é diferente de fazer sexo: fazer amor é evolução conjunta; é se conhecer e querer descobrir o outro pelos sinais que ele nos emite. É viver a grandiosidade e a espontaneidade lúdica da troca mágica que o amor propicia. Fazer amor é viver uma comunicação completa do eu e do tu que contempla até mesmo aquilo que não foi dito conscientemente, mas que as nossas almas regem com maestria.