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Vivemos em um mundo onde a ideia de felicidade é condicional. Serei feliz “se” eu tiver algo ou “se” eu for como alguém. Como a felicidade está ligada a desejos, até atingirmos esse objetivo, seremos insatisfeitos. Isso gera uma sociedade que tem tudo para ser realizada, mas que é uma multidão de insatisfeitos.

Mesmo que alcancemos nossas metas, elas logo perdem o valor que tinham para nós. Esquecemos que a vida tem o tempo de se esforçar e o tempo de desfrutar. Desaprendemos o verbo usufruir. Nos cansamos rapidamente dos nossos objetos em vez de descobrirmos tudo que eles podem nos oferecer.

Hoje, reflita sobre tudo que você conquistou no último ano. Um amigo para conversar, um bom hábito adquirido, um móvel que agregue mais conforto para sua casa, um livro que está esquecido na prateleira e que era tão bom de ler. Pense no seu esforço para construir seus caminhos e o quanto você está se dedicando para usufruir de seus feitos.

Hoje, pare por alguns instantes para contemplar suas conquistas e se abra para elas. Agradeça a vida e a você mesmo praticando a fruição.