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Temos que olhar um para o outro. A observação e a escuta verdadeiras não acontecem apenas durante o conflito ou da estigmatizada “DR”, a hora de discutir a relação. Escutar, perceber, enxergar o outro acontece em todos os momentos, todos os dias.

Aprender quem são as pessoas ao meu redor – e quem sou eu – é um exercício infinito, que podemos estar deixando de lado ao dividirmos a atenção com tantas telas, tarefas e compromissos.

Nossas intenções são as melhores: corremos para dar o melhor para as pessoas que amamos, mas isso não pode deixar de lado saber quem são estas pessoas que amamos.

Preciso saber o que está acontecendo na minha casa, no meu lar, com as pessoas que amo e que me amam. Assim, eu poderei dizer que conheço o outro e poderei construir a paz.