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O Grande Desafio Dos Pais E Mães Atuais

O grande desafio dos pais e mães atuais O equilíbrio perfeito entre trabalho, casamento e filhos não existe, mas é crucial tentar se aproximar do ideal. Pela saúde dos pequenos.

Se olharmos para o perfil de uma família de 20 anos atrás e para o de uma família atual, as diferenças são notórias. No entanto, ainda não chegamos à situação ideal.  Apesar de avanços no mercado de trabalho brasileiro na última década, com a diminuição da desigualdade salarial entre homens e mulheres, um aspecto continua praticamente o mesmo há 11 anos: as mulheres dedicam o dobro do tempo dos homens com tarefas de casa.

Isso é o que mostrou pesquisa divulgada pelo IBGE no final de 2016. No ano passado, as brasileiras gastavam, em média, 20,5 horas por semana com afazeres domésticos, enquanto, os homens, 10 horas. Essa diferença, de acordo com o IBGE, mudou pouco desde 2004, primeiro ano da série atual de dados.

Porém, as perspectivas são boas para as famílias. Especialistas preveem que, dentro de mais alguns anos, os papeis de pai e de mãe vão estar mais equilibrados, devendo ter o mesmo tempo disponível para os filhos.

Pai e mãe presentes, filhos emocionalmente inteligentes

A igualdade de papeis entre mãe e pai não só é importante para dar resposta às mudanças sociais, mas, também, porque é fundamental para o bem-estar da criança.

É essencial que a criança tenha sempre presente, em todas as variáveis da sua educação, o exemplo do pai e da mãe. O que está em jogo aqui é o desenvolvimento da inteligência emocional da criança.

Quando ambos os pais estão presentes, nos vários momentos de educação da criança, ela recebe o benefício de conviver com diferentes maneiras de estar na vida, que resultam das diferentes perspectivas do pai e da mãe. Isso facilitará, no futuro, o seu processo de socialização. A criança que recebeu um bom exemplo de ambos os pais ao longo do seu crescimento, vai futuramente ser capaz de interagir e perceber melhor pessoas de todos os quadrantes.

Trabalho em dia, filhos abandonados

Estamos, mesmo que lentamente, caminhando para uma família mais equilibrada. Por um lado, a mãe vai estar mais perto do trabalho e, por outro lado, o pai vai estar mais perto dos filhos. Há, no entanto, um risco a ser ponderado: o da mãe se afastar demais da família para se dedicar mais ao trabalho… E o pai continuar a se dedicar à vida profissional como nos “velhos tempos”.

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Já existem famílias em que as crianças estão abandonadas, porque o pai e a mãe têm a sua carreira profissional em primeiro lugar e, por isso, têm pouca disponibilidade para estar com os filhos. Para que as atuais famílias não caiam nesse risco, deixamos alguns conselhos.

Estar com os filhos não é uma questão de tempo mas, sim, uma questão de prioridades. Pais e mães devem estabelecê-las e, em certa altura da vida, a sua prioridade deve ser estar com os seus filhos. É importante que os pais continuem a ter tempo para a sua vida social e para fazerem aquilo que lhes dá prazer, mesmo que isso signifique mudar de emprego ou ganhar menos dinheiro. E é precisamente esse equilíbrio entre a profissão, a família e a atividade social, o segredo para uma família (quase) perfeita.

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Dolores Bordignon tem mais de duas décadas de experiência clínica, somando centenas de casos individuais, de famílias e casais que desejam construir novos paradigmas. Suas palestras e workshops trazem à luz a importância da inteligência emocional para as relações pessoais, profissionais e familiares. Conheça o trabalho da psicopedagoga em nosso site. Entre em contato com Dolores Bordignon para promover um evento em sua instituição.

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