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O Futuro Da Educação Passa Pela Emoção

O futuro da educação passa pela emoção Curso da Menthes para professores leva coaching de Inteligência Emocional às salas de aula

Escola defasada, obsoleta, maquinal? Alunos desinteressados, sem foco, sem motivação?  Nunca mais. A Menthes desenvolveu um curso especial para que professores aprendam a utilizar o que há de mais dinâmico e avançado no COACHING em suas salas de aula. É o curso 8 Hábitos do Educador Fascinante, que ensina técnicas da inteligência emocional para apoiar na prática do desenvolvimento das habilidades emocionais e sociais dos alunos.

Desta vez, a escola inovadora, que investirá na formação integral dos jovens é a Êxito, do município de Alvorada. Aos sábados, a Êxito receberá a psicopedagoga Dolores Bordignon, que desenvolverá este trabalho com os educadores, abordando temas como o Universo Psíquico, a Educação para a Vida e para as Emoções, a Formação de Pensadores, a Comunicação Multifocal, o Gerenciamento de Conflitos e, claro, a promoção da Autoestima e da Motivação.

O curso utiliza o Método Augusto Cury e reúne ferramentas neurocognitivas, socioemocionais e comportamentais voltadas à aprendizagem dos alunos, à promoção do bem-estar emocional e às relações interpessoais em sua vida e no ambiente escolar.

A Menthes foi desenvolvida pelo psiquiatra Augusto Cury para levar suas mundialmente reconhecidas pesquisas e práticas para todo o país e para todas as idades e públicos. Escritor mais vendido do país, Cury é autor do livro Pais Brilhantes, Professores Fascinantes, onde nos explica o porquê do Educador Fascinante ser crucial nos dias de hoje. Confira abaixo:

LEVE O CURSO 8 Hábitos do Educador Fascinante PARA SUA ESCOLA. LIGUE PARA A MENTHES PORTO ALEGRE E COMECE A FAZER DIFERENÇA NA VIDA DE SEUS ALUNOS: (51)3024.3088

AUGUSTO CURY: Esperávamos que, no século XXI, os jovens fossem solidários, empreendedores e amassem a arte de pensar. Mas muitos vivem alienados, não pensam no futuro, não têm garra e projetos de vida.

Imaginávamos que, pelo fato de aprendermos línguas na escola e vivermos espremidos nos elevadores, no local de trabalho e nos clubes, a solidão seria resolvida. Mas as pessoas não aprenderam a falar de si mesmas, têm medo de se expor, vivem represadas em seu próprio mundo. Pais e filhos vivem ilhados, raramente choram juntos e comentam sobre seus sonhos, mágoas, alegrias, frustrações.

Na escola, a situação é pior. Professores e alunos vivem juntos durante anos dentro da sala de aula, mas são estranhos uns para os outros. Eles se escondem atrás dos livros, das apostilas, dos computadores. A culpa é dos ilustres professores? Não! A culpa é do sistema educacional doentio que se arrasta por séculos.

As crianças e os jovens aprendem a lidar com fatos lógicos, mas não sabem lidar com fracassos e falhas. Aprendem a resolver problemas matemáticos, mas não sabem resolver seus conflitos existenciais.

Os jovens são preparados para lidar com decepções? Não! Eles são treinados apenas para o sucesso. Viver sem problemas é impossível. O sofrimento nos constrói ou nos destrói. Devemos usar o sofrimento para construir a sabedoria.

Não estamos educando a emoção nem estimulando o desenvolvimento das funções mais importantes da inteligência. Estamos informando os jovens, e não formando sua personalidade.

Os jovens conhecem cada vez mais o mundo em que estão, mas quase nada sobre o mundo que são.

No máximo, conhecem a sala de visitas da sua própria personalidade. Quer pior solidão do que esta? O ser humano é um estranho para si mesmo! A educação tornou-se seca, fria e sem tempero emocional. Os jovens raramente sabem pedir perdão, reconhecer seus limites, se colocar no lugar dos outros. Qual é o resultado?

Nunca o conhecimento médico e psiquiátrico foi tão grande, e nunca as pessoas tiveram tantos transtornos emocionais e tantas doenças psicossomáticas. A depressão raramente atingia as crianças. Hoje há muitas crianças deprimidas e sem encanto pela vida.

Pré-adolescentes e adolescentes estão desenvolvendo obsessão, síndrome do pânico, fobias, timidez, agressividade e outros transtornos ansiosos. E o estresse? Não apenas é comum detectarmos adultos estressados, mas também jovens e crianças. Precisamos arquivar esta frase e jamais esquecê-la:

Quanto pior for a qualidade da educação, mais importante será o papel da psiquiatria neste século. Vamos assistir passivamente à indústria dos antidepressivos e tranquilizantes se tornar uma das mais poderosas do século XXI? Vamos observar passivamente nossos filhos serem vítimas do sistema social que criamos? O que fazer diante desta problemática?

Devemos procurar soluções que ataquem diretamente o problema. Precisamos conhecer algo sobre o funcionamento da mente e mudar alguns pilares da educação.

Os professores precisam incorporar hábitos dos educadores fascinantes para atuar com eficiência no pequeno e infinito mundo da personalidade dos seus alunos. Um excelente educador não é um ser humano perfeito, mas alguém que tem serenidade para se esvaziar e sensibilidade para aprender.

Precisamos ser educadores muito acima da média se quisermos formar seres humanos inteligentes e felizes, capazes de sobreviver nessa sociedade estressante. A boa notícia é que pais ricos ou pobres, professores de escolas ricas ou carentes podem igualmente praticar os hábitos e as técnicas que proponho.

 

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