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Estes São Os Maiores Desafios Dos Relacionamentos

Estes são os maiores desafios dos relacionamentos Coaching para casais transforma túneis sem saída em portas para novas percepções e ações enriquecedoras.

No mundo da investigação científica, há quem defenda de “pés juntos” que o amor completo é uma compilação de três elementos:

Paixão (atração física e sexual, desejo de proximidade e romance)
Intimidade (compreensão, apoio emocional, dedicação, respeito e valorização recíprocos)
Compromisso (desejo e decisão de querer amar a tal pessoa, assumindo uma relação prolongada no tempo)

Paixão, intimidade e compromisso… É possível vivê-los em permanentes doses elevadas “até que a morte nos separe”? Não, é a resposta certa. Enquanto a paixão nasce cedo e se esvai com o tempo; a intimidade e o compromisso vão sendo gradualmente fortalecidos ao longo da relação,

Isso significa que existe um desencontro entre o auge do desejo (paixão) e o clímax da intimidade e do compromisso. Quem é o culpado?! Essa mudança não pode ser atribuída a qualquer tipo de fracasso da relação. É assim porque assim é.

Mas atenção! Isso está longe de ser negativo, são apenas diferentes fases com diferentes ensinamentos: uma roda da vida que vai nos instigando a aprender aquilo que precisamos. Se aceitarmos este desafio, é possível atingir uma elevada satisfação relacional e permanecer nela de corpo e alma.

Este é mais um motivo para que o autoconhecimento (consciência sobre si próprio) esteja entre as ferramentas mais poderosas para alcançar o bem-estar e a felicidade genuína.

>> Assista à Dolores Bordignon: Como ter um casamento feliz e duradouro

Como somos seres sociais, o autoconhecimento não pode ser separado da convivência com o outro. As relações são, portanto, nossas maiores professoras. Partimos do pressuposto que se relacionar é inato ao ser humano, um equívoco que tem custado muitas relações que tinham tudo para dar certo. Acreditamos que aprender a falar é o mesmo que aprender a se comunicar, sendo que esta última arte pode levar uma vida inteira para se desenvolver plenamente.

A sociedade atual, tida como a sociedade da informação, acaba por deixar de lado aprendizados básicos ao ser humano, assumindo-se autossuficiente em campos nos quais todos somos deficientes.

Nossa cultura não nos prepara para as relações emocionais na família, nas escolas ou onde quer que seja. Ao vivermos relações rápidas, acreditamos saber como funciona o amor, mas, quando este chega e o compromisso do “até que a morte nos separe” é assumido, conflitos básicos aparecem e surge, assim, a prova de que esta falta educacional tem um grande peso na nossa existência.

Para resolvê-la, é preciso humildade e vontade verdadeira de retomar o espírito do aprendizado, retornando à alma do aluno que foi deixada para trás há muitos anos. Afinal, aceitar que não aprendemos a nos relacionar ou que pouco sabemos sobre isso é uma constatação difícil que exige coragem e comprometimento.

Saber amar é uma aprendizagem contínua que inicia na infância e continua por toda a vida.

Uma relação saudável, que promove o crescimento de ambas as partes, requer sempre um grande investimento emocional e de tempo. Mas, não é só isso. Alcançar uma boa saúde relacional pressupõe também fazer análises de rotina sobre si mesmo, sobre sua vida e sua relação.

Quando passamos a ter uma cultura de hábitos de prevenção de crises, em vez de agirmos apenas nas emergências, ganhamos mais tempo qualitativo, fazemos mais opções acertadas e, certamente, somos mais felizes com os caminhos que tomamos conjunta ou individualmente.

Para isso, é crucial reconhecer o caráter complementar das relações. Conhecer os pontos fracos de cada envolvido e estar pronto e disposto para assumir as rédeas das situações (e entregar as rédeas ao outro).

Mas, nem sempre onde um ignora o outro sabe. Há diversos campos da vida em que falhas se encontram e, neste momento, tudo parece perdido. Assim como o encontro de zonas opostas pode gerar conflitos aparentemente infindáveis, o encontro de zonas de conforto pode reforçar hábitos destrutivos e padrões prejudiciais que minam o princípio das relações: o crescimento pessoal.

Sem a grande aventura da vida, estagnados nos mesmos lugares, a relação está fadada ao cansaço, à falta de criatividade e de motivação. Aqui, entre o coaching de casais.

Quando nenhuma das partes sabe o caminho, convocar uma voz externa pode ser a única saída.

COACHING PARA CASAIS

O coaching para casais se baseia no autoconhecimento, no reforço e no desenvolvimento da relação, não precisando haver qualquer “problema” relacional para começar. Esta abordagem é ideal, por exemplo, para casais em início da relação ou que pretendam dar um passo mais sério, como viverem juntos, terem filhos ou até mesmo adquirirem uma casa ou empreendimento que exija comprometimento e organização financeira.

O processo de coaching se desenvolve trabalhando o triângulo emocional: “o casal que somos”, “o casal que desejamos ser” e “como lá chegar”. Através do diagnóstico inicial, após a investigação dos objetivos do casal, é criado um Plano Personalizado, que terá indicação dos pontos fortes e das fragilidades identificadas, bem como das oportunidades de crescimento relacional que o casal decidiu implementar.

O coaching para casais usa metodologias ativas e participativas, oferecendo apoio e instrumentos que podem ser usados de imediato para ultrapassar preocupações e dúvidas relacionadas com o bom entendimento no seio dos casais, que se confrontam hoje com questões cada vez mais desafiantes.

Ficou interessado? A psicopedagoga Dolores Bordignon promove, dentre outros temas, workshops sobre Coaching para Casais, preparando futuros coaches, terapeutas, profissionais da saúde e até mesmo advogados – todas as pessoas que trabalham com casais – para aplicar as ferramentas que o método do coaching oferece. 

Promova um workshop em sua cidade. Converse com a psicopedagoga.

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