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Domine Os Seis Pilares Do Casamento E Nenhuma Tempestade Abalará Sua Relação

Domine os seis pilares do casamento e nenhuma tempestade abalará sua relação

Os seis pilares do casamento são seu ponto inicial tanto para construir quanto para recuperar seu relacionamento.

Estes pilares não são meras ideias ou ajustes que devemos fazer para que sua relação dê certo. Estes pilares são exatamente o que o nome aponta, são fundamentos, são a base.

Sem estes seis elementos, sua relação ficará instável e sujeita a tombar a cada tempestade.

Os pilares do casamento não são opiniões ou sequer resultado de muito anos de experiência com casais.

Eles são sim a conclusão de pesquisas dos principais especialistas em relacionamentos, pesquisadores que dedicaram suas vidas a analisar o que há de universal nas relações humanas.

Falo sobre nomes como Cloe Madanes, Dr. Greg Baer, Dr. John Gottman, Dr. John Gray, Dr.Willard Harley Jr. e Dr. Gary Chapman. Dentre muitos outros.

Há uma essência nas descobertas destes profissionais.

Suas teorias podem ser chamadas dos mais diversos nomes, mas elas nos revelam aspectos similares sobre os casamentos e os relacionamentos.

As lições apresentadas por estes grandes especialistas têm uma base comum.

São os pilares universais do casamento.

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Estes pilares apoiam a estrutura da relação. Eles são parte integral da felicidade do casal.

Ao investir tempo para conhecer e construir esta base, você não estará apenas resolvendo situações conforme elas surgem. Apagando incêndios.

Você estará preparando o solo para qualquer situação que vier.

Como coach e terapeuta de casais, eu sei o quão importante é ter a base sólida.

Mesmo que grande parte dos casais me procure para resolver situações aparentemente pontuais, ao longo das consultas o que se revela é um problema fundamental, que aparece e reaparece de formas diferentes durante os anos.

Você não tem a sensação de que o problema é sempre o mesmo?

Isso é falta de sustentação.

Por isso, dedico algum tempo para falar com você sobre isso. É agindo aqui que vamos poder garantir um casamento feliz independentemente do que acontecer.

Pode parecer exagero buscar a construção de seis elementos diferentes. Mas, imagine uma estrutura com um grande telhado apoiado em seis toras de madeira.

As tempestades surgem e o telhado se mantém firme e forte.

 

Comece a remover as toras. Uma a uma. O telhado passará a ficar torto, balançar com o vento. Até que uma simples chuva será capaz de derrubar toda a edificação.

Por que seu casamento seria diferente?

A ordem dos pilares, na hora da construção, também é importante.

Os três primeiros pilares focam em compreender a si mesma e ao seu parceiro de uma forma que você, provavelmente, nunca sequer tentou.

Esta compreensão é crítica.

Quando vejo casais alcançarem este novo grau de entendimento, vejo que até o olhar se transforma.

É quando você passa a compreender o mecanismo do outro, o ser do outro. Passa a perceber o funcionamento das histórias, dos desejos, dos medos do parceiro. Este novo entendimento reduz conflitos e discussões.

Esta compreensão abre portas para o desejo verdadeiro, o maior deles: conhecer o outro por quem ele de fato é.

Isso gera uma aceitação e acolhimento sem precedentes. A redução das brigas é o menor dos benefícios, é apenas uma consequência desta profunda vontade de saber, finalmente, quem o outro é.

O quarto pilar já é mais voltado à ação. Trata-se de observar e aprender as melhores práticas dos relacionamentos.

O quinto pilar foca no aprendizado oposto, em observar comportamentos e atitudes que destroem e contaminam a relação.

O último pilar, o sexto, amarra todos os outros com estratégias que conduzem a casamentos duradouros e felicidade abundante.

Ok, Dolores, e quais são os pilares do casamento feliz?

Sem mais delongas, vamos a eles!

Pilar #1 – Necessidades humanas

Como já vimos aqui no site, todos os seres humanos têm seis necessidades. Se você não viu, agora é a hora. Clique aqui e acesse o especial sobre as 10 necessidades emocionais.

As seis necessidades humanas, desenvolvidas pelo coach norte-americano Anthony Robbins, são a causa de tudo o que fazemos e queremos.

É possível dizer que, quando uma pessoa é capaz de preencher duas destas necessidades, uma conexão surge, como uma amizade.

Quando alguém preenche quatro destas necessidades, um laço se forma.

Quando as seis necessidades humanas são atendidas por alguém, uma relação eterna surge. Enquanto estas necessidades seguirem sendo atendidas, o casamento seguirá sendo eterno. 

Este é o verdadeiro contrato que assinamos quando dizemos o clássico “na saúde e na tristeza, na riqueza e na pobreza… Até que a morte nos separe”.

Aos olhos de um coach ou de um terapeuta de casais, esta morte nada mais é do que o rompimento do acordo, o acordo de se importar com as necessidades humanas do outro. 

O casamento é mais forte e feliz quando você e seu marido se preocupam em atender as necessidades humanas um do outro.

Os problemas começam a surgir quando um dos dois (ou os dois) passa a buscar a satisfação dessas necessidades fora do casamento.

Estas seis necessidades são Certeza e conforto, Variedade, Significado, Amor ou conexão, Contribuição, Crescimento.

Quando trabalho com os casais nos primeiros fundamentos, fazemos exercícios para que cada parceiro descubra suas próprias prioridades e entenda quais comportamentos manifestam suas necessidades mais básicas.

Então, discutimos novas atitudes capazes de atender o outro de forma positiva. Assim, passamos sobre as situações que emergem na superfície e nos aprofundamos nas causas dos problemas que o casamento tem encontrado ao longo do tempo.

Mais ainda, não apenas descobrimos quais são as causas, mas aprendemos, juntos, maneiras práticas e cotidianas de começar a transformar a relação permanentemente.

Pilar #2 Amor, sexo e afeto

Insistirei e insistirei novamente. Amor, sexo e afeto são elementos cruciais de um casamento feliz.

É virtualmente impossível para uma mulher se sentir amada sem afeto. O mesmo para homens, que precisam do sexo para se sentirem amados.

Uma questão comum no atendimento de coaches e terapeutas de casal é que um dos parceiros não se sente amado pelo outro, mesmo que o outro esteja demonstrando amor.

O problema não é que falte amor, mas sim que a linguagem utilizada para manifestar este carinho não está entregando esta mensagem ao parceiro.

É um desafio muito comum aos casais. Este desafio possui soluções simples, razoáveis e rápidas.

Novamente, é uma situação que se manifesta na superfície e que pode obscurecer problemas reais.

Na superfície, você pode achar que seu parceiro não te ama, não se esforça ou reclama demais.

Mas, quando vocês descobrirem a linguagem correta para demonstrar o amor, vocês se conectarão e a verdade do sentimento emergirá, tornando-se mais forte do que ruídos comunicacionais.

Sexo e afeto são frequentemente as necessidades emocionais no topo da lista – tanto para homens quanto para mulheres.

Você não pode ter um sem o outro.

O homem precisa de sexo, mas geralmente falha em dar afeto para a esposa. Quando a mulher não sente afeto por parte do marido, ela possivelmente não sentirá desejo por ele. Os dois fatores andam juntos, entende?

Quando trabalho este eixo com os casais, recuperamos os dois aspectos de forma natural e divertida.

A beleza deste pilar é que uma coisa puxa a outra automaticamente. Você se espantaria com como a paixão renasce e o sexo floresce a partir de simples gestos e intenções, capazes de se comunicar com o outro de forma efetiva.

Pilar #3 Compreendendo a diferença de gêneros

Homens e mulheres são diferentes e para sempre serão. Ponto final.

Você pode ficar tentando ser igual ao seu marido, claro, mas sua felicidade pessoal e conjugal estará em jogo enquanto você forçar ser e sentir algo que não é natural a você.

Perceba que igualdade de oportunidades não é igualdade de sentimentos, desejos, medos e comportamentos.

Devemos lutar pela igualdade de oportunidades sim, mas mantendo a maravilhosa diversidade de emoções e manifestações, que fazem das relações humanas um dos mais belos desafios do mundo atual.

Um dos mais clássicos exemplos é o casal chegando em casa no final do dia. Ambos estão cansados e o homem quer apenas ficar quietinho e relaxar, ir para sua caverna e se tranquilizar um pouco.

E a mulher? Precisa conversar, expor o que passou, falar sobre seu dia e suas experiências e sentimentos.

Se não soubermos dosar estas diferenças, teremos a receita para a frustração completa. Mas, existem sim caminhos do meio e estratégias muito eficientes para alcançarmos este equilíbrio.

Quando você começa a compreender que isso não é algo apenas do seu marido, que não se trata dele não querer conversar com você ou, pior ainda, interpretar isso como “ele não se importa”, as coisas começam a fluir.

Quando seu marido compreende que sua necessidade de falar é nada mais do que uma forma de trazê-lo para perto de você, uma forma de amor, tudo começa a andar.

Mas, para isso, precisamos conhecer as linguagens corretas e os momentos corretos.

Quando trabalho com os casais sobre este pilar, aprendemos muitos exemplos sobre as diferenças de gêneros.

Os parceiros sempre se enxergam nesses exemplos e se reconhecem nestas situações. Isso gera um tremendo alívio e conforto.

Claro, também planejamos pequenas mudanças na rotina que respondam às necessidades de ambos, porque apenas constatar não é suficiente. Queremos afinar, costurar, transformar o casamento.

Pilar #4 As melhores práticas para o casamento feliz

Especialistas em casamentos e relacionamentos sabem o que os casais devem fazer para serem felizes juntos. Estas informações são uma união de estudos, especialização, pesquisas e muitos anos de prática.

Uma das teorias mais interessantes é a do banco do amor, sobre a qual já falamos aqui.

Assim como um banco financeiro, o banco do amor é o local onde você deposita e de onde retira unidades de amor. É o seu casamento.

O depósito de unidades de amor são demonstrações de afeto efetivas (que o outro compreenda como afeto).

A retirada de unidades de amor são demonstrações de raiva, dor e frustração.

Cada uma dessas manifestações alimentará ou destruirá seu banco.

Conhecer as melhores práticas e compreender quais são as unidades de amor mais eficientes para o seu parceiro é a melhor forma de manter a relação riquíssima.

Quanto mais práticas o casal mantiver, maiores as chances de recuperar o casamento e alcançar um relacionamento feliz e estável.

Quando trabalho este pilar com os casais, fazemos sessões de ideias, onde vemos o que mais faz os envolvidos felizes e o que mais lhes machuca.

Aprendemos as melhores unidades de amor para eles e as mais destrutivas atitudes. Ainda, vemos como evitar as negativas e alimentar as positivas.

Para melhorar, este conhecimento transformador é responsável por dar uma sacudida na rotina do casal. Por mais que rotinas estruturem nossas vidas, quando falamos de relações humanas, uma dose de aventura é essencial.

Pilar #5 Comportamentos destrutivos do casamento

Ao contrário do pilar anterior, o pilar #5 focará nas atitudes, comportamentos e palavras capazes de minar e corroer a relação.

Este pilar nos alerta para hábitos que estão justamente destruindo os outros pilares.

São dados coletados de pesquisas nos mais diversos países por incontáveis especialistas em relações humanas. Ou seja, não é algo apenas seu ou do seu casamento: são questões que todos os casamentos passam e que precisamos consertar para evitarmos o fim que tantos têm tido.

Um comportamento cada vez mais comum nas relações está ligado a demandas individuais e egoístas.

A mulher chega em casa, prepara o jantar para o marido e para ela. Depois do jantar, o marido vai para o quarto ver televisão enquanto a esposa arruma tudo e prepara o próximo dia.

O que isso gera? Frustração. Destrói o banco do amor enquanto remove afeto, respeito, parceria e consideração da relação.

É fácil percebermos o egoísmo na atitude do marido. O que é difícil é enxergar que também é um tanto quanto egoísta exigir que o marido saia do seu curto período de descanso para seguir trabalhando na casa imediatamente após o jantar.

É preciso fazer tudo naquele instante? Por outro lado, é preciso ficar horas vendo TV após o jantar? O que é preciso é afinar a rotina, firmando um comprometimento que fique bom para ambos.

Quando trabalho com casais neste pilar tão importante, analisamos algo como 10 comportamentos que mais geram estresse no casal.

Passo a passo, vemos como podemos criar novos hábitos que sejam realmente bons para os dois.

Discutimos diversas formas de evitarmos situações frustrantes ou conflitantes, para que possamos tanto resolver as demandas práticas da vida quanto sermos felizes nas nossas necessidades individuais e coletivas.

Pilar #6 – Melhoria constante

Sabemos que as taxas de divórcio são muito mais altas hoje do que eram há algumas décadas. Perceba que isso aconteceu mesmo após a disseminação de sites na internet com tantos conselhos sobre relacionamentos, como este site aqui.

O que ocorre? Primeiramente, nem todos se importam a ponto de pesquisar alternativas e saídas para suas situações.

Depois, porque não é simples se aprofundas nestas leituras e compreender como os textos podem se aplicar às suas relações especificamente.

Mas, o que mais importa é que constatar problemas e conhecer estratégias não é suficiente.

Precisamos de ação.

O conhecimento sobre as teorias colabora muito no olhar sobre o outro. Mas é a atitude que nos abraça. A atitude cotidiana ao longo do tempo.

Por mais unidades de amor que você deposite em seu banco, parar de depositar amor fatalmente destruirá a relação.

Casamento é um ser vivo, como um jardim. Você pode encharcar a terra hoje, mas, se parar de regar as plantas, elas morrerão.

Você é um ser vivo, seu marido é um ser vivo e a relação é o terceiro ser vivo, é este ser que é a união de vocês dois.

A chave para um casamento feliz é o comprometimento e a melhoria constantes.

Você tem dois caminhos para o seu casamento (e para sua vida pessoal em geral): ou você cresce ou você morre.

É da natureza humana estar em constante movimento. Você pode evoluir ou involuir. A decisão é sua e do seu marido.

Casais que caem na armadilha do comodismo acordam anos depois, em relações infelizes e, não raramente, sem conserto.

O casamento feliz sabe que, do dia em que assinou o contrato em diante, unidades de amor deverão ser depositadas no banco.

Ambos deverão dedicar um tempo de suas vidas para este terceiro ser que é a relação. Há quem diga que o casamento é como um filho. Eu não poderia discordar disso.

Como vocês têm cuidado deste ser tão frágil e belo que é o casamento?

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Dolores Bordignon

Terapeuta e Coach de casais

Dolores Bordignon tem mais de duas décadas de experiência clínica, somando centenas de casos individuais, de famílias e casais que desejam construir novos paradigmas. Suas palestras e workshops trazem à luz a importância da inteligência emocional para as relações pessoais, profissionais e familiares.

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