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Coach Ou Psicoterapeuta?

Coach ou psicoterapeuta? Augusto Cury aborda a questão em sua mais recente obra, "Gestão da emoção"

COACH OU PSICOTERAPEUTA? Uma questão fundamental apresentada por Augusto Cury em sua obra Gestão da emoção. O livro será tema de palestra em Porto Alegre no próximo dia 15 de março. Como sempre, os ingressos esgotaram semanas antes do evento.

Se você não conseguiu seu ingresso, lembre-se que o livro está à venda para todos e traz preciosas questões e estratégias para profissionais e interessados em serem ou formarem líderes de si mesmo.

O subtítulo de Gestão da emoção já explica o tema-chave da obra: Técnicas de Coaching Emocional Para Gerenciar a Ansiedade, Melhorar o Desempenho Pessoal e Profissional. Psiquiatra mundialmente respeitado, Cury explica as diferenças entre psicoterapia e coaching e esclarece como FERRAMENTAS DO COACHING podem colaborar no trabalho dos profissionais da saúde mental.

Confira abaixo um excerto da obra, leia o mini-livro da Editora Saraiva neste link e adquira a obra completa neste outro link (R$ 13,10):

Uma pergunta fundamental que todos devem fazer: onde termina o coaching e onde se inicia a psicoterapia, ou vice-versa?

Muitos profissionais não compreendem essa importante linha divisória. A própria psicologia e não poucos centros de coaching confundem a atuação voltada à melhoria do desempenho pessoal e profissional com a atuação psicoterapêutica, e isso traz riscos para os clientes. Espero trazer luz a essa área.

A gestão da emoção promove os mais diversos tipos de treinamento, com destaque para os voltados às habilidades intelectuais, pessoais e profissionais, enquanto a psicoterapia trata dos conflitos que asfixiam essas habilidades; a gestão da emoção equipa o Eu para ser líder de si mesmo, ao passo que a psicoterapia trata das armadilhas mentais que encarceram essa liderança; a gestão da emoção leva o espectador a desempenhar com eficiência seus papeis no palco social e empresarial, e a psicoterapia desata as algemas que prendem o espectador à plateia; a gestão da emoção estimula o indivíduo a construir janelas light (saudáveis) no córtex cerebral, enquanto a psicoterapia o conduz a reeditar janelas killer (conflitantes).

Ferramentas inteligentes de gestão da emoção podem prevenir transtornos psíquicos e sociais; já ferramentas inteligentes da psicoterapia, independentemente da teoria utilizada, atuam nos transtornos mentais já instalados.
O coach (treinador ou técnico) não deve, portanto, atuar como psicoterapeuta, pois essa é tarefa de profissionais de saúde mental, como psiquiatras e psicólogos clínicos, embora o psicoterapeuta possa, se equipado, atuar como coach e trabalhar todas as importantíssimas Técnicas de Gestão da Emoção.

Seria desejável que psicólogos se tornassem bons coaches, contudo muitas faculdades de psicologia ainda estão “dormindo em berço esplêndido” quanto a promover especialistas nessa crescente área. Não é por não atuar no âmbito da psicoterapia que o coaching tem um trabalho psicológico reduzido, apequenado, diminuto.
Ao contrário: se considerarmos o Programa de Gestão da Emoção, a atuação do coaching é extensa, riquíssima e promissora para expandir o Homo sapiens em pelo menos 15 fabulosas áreas:

1. eficiência socioprofissional;
2. reciclagem de falsas crenças;
3. descaracterização de paradigmas limitantes;
4.ruptura com o cárcere do conformismo;
5. capacidade de reinventar-se nas crises;
6.promoção do raciocínio complexo e do pensamento estratégico;
7. liderança e gestão de pessoas;
8.expansão do potencial criativo;
9.habilidade de pensar antes de reagir;
10.empatia;
11.carisma;
12.relações saudáveis;
13.formação de pensadores;
14.fomento da resiliência;
15.prevenção de transtornos psíquicos.

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