skip to Main Content
Acelerem As Máquinas, Desacelerem As Mentes

Acelerem as máquinas, desacelerem as mentes

Pensar é excelente, mas pensar sem qualidade ou pensar demais pode ser um grande problema. Não é apenas o conteúdo ruim dos pensamentos que afeta nossa saúde emocional, mas também a velocidade dos pensamentos. Tudo se complica quando os pensamentos são acelerados.

Mesmo se o conteúdo for positivo, o aceleramento dos pensamentos gera um desgaste cerebral intenso, produzindo ansiedade e outros sintomas.

PENSE NISSO: Sábio é o que faz muito gastando pouca energia.

Uma das grandes descobertas da teoria da Inteligência Multifocal é que a velocidade excessiva do pensamento provoca uma importante síndrome: SPA. Para se ter uma ideia, uma pessoa muito estressada e com a Síndrome do Pensamento Acelerado (SPA) pode gastar mais energia do que 10 trabalhadores braçais.

A velocidade se tornou um valor importante na vida contemporânea. Nós podemos acelerar tudo no mundo exterior com vantagens: os transportes, a automação industrial, a velocidade das informações nos computadores; mas nunca deveríamos acelerar a construção de pensamentos.

Quem pensa excessivamente, sem qualquer Inteligência Emocional ou gerenciamento por parte do Eu, pode sofrer um desgaste cerebral altíssimo, que gera uma extensa sintomatologia. O excesso de informações do mundo moderno, a competição no trabalho e a paranoia do consumismo são três grandes causas que têm estimulado excessivamente os três atores coadjuvantes no teatro da mente humana.

Esses três fenômenos têm construído aceleradamente os pensamentos como em nenhuma outra geração, gerando a síndrome SPA. A SPA tem vários níveis de gravidade. Em síntese, ela é caracterizada por:

  • ansiedade
  • mente agitada
  • insatisfação
  • falta de concentração
  • inquietação
  • cansaço físico exagerado (acordar cansado)
  • flutuação emocional
  • baixo limiar para suportar frustrações (pequenos problemas causam grandes impactos)
  • sintomas psicossomáticos (dor de cabeça, dor muscular, queda de cabelo, taquicardia, alta da pressão arterial etc)

Na adolescência, o Eu deveria estar razoavelmente formado para gerenciar os pensamentos, relaxar, não sofrer por antecipação, não se angustiar por ideias perturbadoras nem se cobrar demais e dos outros.

Na vida adulta, o Eu deveria estar estruturado a tal ponto que deveria assumir plenamente a capacidade de liderança da própria mente, o que, infelizmente, não ocorre. Numa escala de zero a 10, que nota você daria para a formação do seu Eu? Ele é um bom gerente dos seus pensamentos ou sua mente é uma lata de entulho?

>> Conheça o trabalho de Dolores Bordignon em Porto Alegre. Coaching, psicopedagogia e Inteligência Emocional reunidos em sessões, palestras, cursos e workshops criados de acordo com a necessidade do cliente. Não seja mais um no atropelamento do cotidiano, entre em contato com Dolores Bordignon e conheça o seu potencial e de sua equipe: (51) 99991.9298.

(Conteúdo do programa Freemind, desenvolvido por Augusto Cury)

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *