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Augusto Cury E As 10 Leis Para Ser Feliz

Augusto Cury e as 10 leis para ser feliz Conheça as virtudes necessárias para ser um grande líder e guerreiro em direção à boa vida.

Felicidade, motivação e sucesso são conceitos-chave das nossas vidas. Mesmo que todos os seres humanos os compartilhem, eles possuem significados diferentes para cada um de nós. Não é e não será possível objetivar a felicidade, dizer o que deve ser alcançado para que todos possamos senti-la. Não é assim que funciona. Pelo contrário, a felicidade não é um objeto, é um modo de caminhar. É como você percebe sua vida e lida com tudo que ela lhe oferecer.

A felicidade implica sabedoria, uma sabedoria que os mais antigos pensadores já determinavam como o segredo da boa vida: saber que nada sabemos, ou seja, que a vida não é uma sequência de conquistas e fracassos, mas sim uma sequência de desafios e lições.

“A vida é uma grande universidade, mas pouco ensina a quem não sabe ser um aluno”, reflete Dr. Augusto Cury, em sua breve obra 10 leis para ser feliz. Quando cruzamos a vida com os olhos do aluno, somos gratos pelas dificuldades que nos fortalecerão para os próximos desafios. Segundo Cury, “Ser feliz é agradecer muito, mesmo se as coisas derem errado. É transformar os erros em lições de vida. Ser feliz é sentir o sabor da água, a brisa no rosto, o cheiro da terra molhada. É extrair das pequenas coisas grandes emoções. É encontrar todos os dias motivos para sorrir, mesmo se não existirem grandes fatos. É rir de suas próprias tolices. É não desistir de quem se ama, mesmo se houver decepções.”

E quem conquista uma vida feliz? Desde os grandes pais da filosofia, já era dito que alcançaria a felicidade aquele que soubesse tornar razão e emoção grandes aliadas para reger os instintos. Ou seja, razão e emoção andando juntas para educar nossas ações.

Este ensinamento tão antigo, base do pensamento que construiu nossa civilização, não é restrito apenas a grandes filósofos clássicos. Tampouco é algo subjetivo, sem utilidade prática alguma. Atingir este estado de sabedoria, desde o tempos antigos, é pregado como crucial para bons líderes e guerreiros. Sem estas virtudes, não seria possível, dizem os sábios, governar ou lutar.

O que poderíamos chamar de segredo da boa vida vem sendo difundido por outras grandes mentes contemporâneas, que buscam expandir, para todas as pessoas, o acesso à qualidade de vida por meio desta inteligência emocional. É o caso de Augusto Cury, que nos ensina: saber viver ou ser feliz está ao alcance daqueles “que alcançam qualidade de vida no palco de sua alma. Os que se libertam do cárcere do medo. Os que superam a ansiedade vencem o mau humor, transcendem os seus traumas. São os que aprendem a velejar nas águas da emoção.”

Cury preconiza 10 leis para aprendermos a ser felizes. Vamos conhecê-las:

1ª lei: contemplar o belo

Compreender o poder das pequenas coisas que preenchem nossa alma. É dialogar com amigos, ouvir os mais velhos, admirar as crianças, as nuvens, o canto dos pássaros. “Creio que menos de 10% das pessoas sabem contemplar o belo”, diz Cury. “Quem despreza essa lei tem uma alegria fugaz, uma emoção superficial.

2ª lei: sono reparador

A energia do corpo vem de algum lugar. Aquele que sabe se mover sabe repousar, pois sabe que é no repouso que recarrega suas forças para a próxima batalha. “Quem tem um sono reparador pode melhorar em até 50% seu rendimento intelectual”, afirma Cury. “Faça as pazes com sua cama. Se você desprezar seu sono, estará destruindo o reator da vida.”

3ª lei: fazer coisas fora da agenda

O surpreendente, o inesperado, abraçar o desconhecido! Emoções para as quais damos valor, mas que dificilmente permitimos que surjam. Para que o novo apareça e você tenha acesso a aprendizados que nem você sabia que existiam, é preciso abrir espaço na rotina, na agenda, no cronograma. “Se você desprezar essa lei, você se internará num asilo emocional. Infelizmente, muitos vivem nesse albergue”, lamenta Augusto Cury.

4ª lei: exercícios físicos e alimentação saudável

A ligação entre corpo e mente precisa ser respeitada. Não somos um cérebro em um jarro, tampouco uma máquina de executar tarefas. Somos um sistema complexo, cujos pensamentos e sentimentos são tanto causa como consequência da nossa saúde como um todo. “Se você está intolerante e impaciente, se deseja fazer tudo ‘para ontem’, é melhor você dar uma atenção especial aos exercícios físicos”, alerta Cury.

5ª lei: gerenciar a emoção

A emoção pode ser uma inimiga ou uma aliada, como já dissemos. Gerenciar a emoção é capacitar o eu para administrar a dor e, assim, expandir a energia do amor e da satisfação, da paz interior. “Gerenciar a emoção é o alicerce de uma vida encantadora”, afirma Cury. “É resgatar o sentido da vida, mesmo nas contrariedades. Não há dois senhores: ou você domina a energia emocional, ainda que parcialmente, ou ela dominará você.”

6ª lei: gerenciar os pensamentos

Quem nunca sentiu uma cadeia de pensamentos gerando ansiedade e medo? Não são apenas as emoções que nos angustiam, muitas delas surgem daquilo que pensamos. Acalmar a mente e direcionar pensamentos, focá-los, construí-los de forma frutífera é essencial: “Nada me preocupa tanto quanto gerenciar esta construção. O mundo das ideias pode se tornar uma fonte de deleite ou aflição”, avisa Cury.

7ª lei: proteger os solos da memória

Os traumas mais profundos foram criados em um passado remoto dentro de nós. Muito daquilo que nos gera ansiedade agora não tem base no hoje, mas sim no ontem. Acabamos ficando reféns de fantasmas, por não termos cuidado com nossa memória. É possível desenvolver carinho por aquilo que ocorreu, tomando conta dos sofrimentos que ocorreram, fazendo as pazes com o passado e reescrevendo os registros mentais. “Toda angústia, medo, agressividade, ideias negativas registram-se e não podem mais ser apagadas, apenas reeditadas. Diariamente, você planta flores ou constrói favelas em sua memória”, explica Cury.

8ª lei: trabalhar perdas e frustrações

Ser feliz não é um acaso do destino, mas uma consquista existencial. Saber lidar com perdas é saber usá-las para amadurecermos e não para nos destruirmos. É mudar o ângulo de observação sobre os acontecimentos da vida. Da vítima, ao aprendiz, construímos nossa personalidade como artesãos de nós mesmos. “Sem trabalhar perdas e frustrações, a vida se alterna entre momentos felizes e períodos de profundo sofrimento”, esclarece Cury.

9ª lei: ser empreendedor

O medo do risco nos impede de viver oportunidades nunca antes sonhadas. O medo do risco é filho do medo do fracasso. Enquanto enxergarmos fracasso como negativo, não estaremos prontos para a coragem necessária para a vida: nos moveremos pouco e lentamente, desperdiçaremos nossa história. “Quantos projetos você deixou para trás? Quantas vezes seus temores bloquearam seus sonhos? Ser empreendedor não é esperar a felicidade acontecer, mas conquistá-la”, define Cury.

10ª lei: inteligência espiritual

Não importa no que ou em que você acredite, a verdade é uma só: não vivemos sem um grande sentido. Para abraçar um sentido, é preciso compreender que a vida é uma grande pergunta em busca de uma grande resposta. Quando você assumir esta faceta de aventureiro do mundo e de si mesmo, você estará pronto para caminhar. “A psiquiatria trata dos transtornos psíquicos usando antidepressivos e tranquilizantes, e a psicologia usando técnicas psicoterapêuticas. Mas, elas não resolvem o vazio existencial, não dão respostas aos mistérios da vida. Quando a fé se inicia, a ciência cala. A fé transcende a lógica”, defende Augusto Cury.

Após termos visto estas 10 leis para ser feliz, lhe perguntamos: onde você está? Reflita sobre quem você é e como você se posiciona frente à vida. Saiba que estes caminhos são longos e não tenha medo de estender a mão pedindo ou oferecendo ajuda. Todas as pessoas possuem diferentes níveis de desenvolvimento nestas leis. Somos todos alunos da vida.

Interessado no desenvolvimento da sua inteligência emocional, da sua equipe, da sua família ou de seus pacientes? Augusto Cury criou a Escola Menthes para ajudar nesta tarefa. Os cursos, com foco na inteligência emocional, capacitam seus alunos para administrar suas emoções e pensamentos e também formam profissionais, que estarão aptos para ajudar os outros nesta jornada.

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